Design Orientado a Objetos: Princípios e Padrões (1a Ed)

Realizarei nos dias 24/09/2016 e 01/10/2016, o treinamento “Design Orientado a Objetos: Princípios e Padrões”, com um enfoque mais aprofundado em POO, discutindo diversos princípios e padrões, de forma a utilizar a POO de forma mais efetiva e com maior qualidade.

O treinamento será PRESENCIAL, aqui em Campo Grande/MS. Mais informações, vocês encontram na página do mesmo: http://eventick.com.br/oopp/

São apenas 9 vagas! Agradeço a quem puder divulgar!

Para quaisquer informações que não estejam na página, como, por ex, realização in-company, entrem em contato: falecom@robsoncastilho.com.br

Um bate-papo sobre DDD

Cara, estou trabalhando num projeto DDD!!

“Projeto DDD”? Bacana. Que negócio é esse?

Então…. tem uma separação em 4 camadas (Presentation, Application, Domain e Infrastructure) e um negócio de manter o ‘Domain’ separado de detalhes técnicos, como persistência.

Hmmm..arquitetura em camadas…e o que mais?

Uma série de patterns legais, como Value Object, Repository e Dependency Injection. Está sendo um desafio e tanto configurar tudo certinho no container de DI. Dá um certo trabalho entender com isso funciona. Continue lendo »

CQRS, interfaces, queries, ORMs….cuidado!

Olá, pessoal

Neste artigo, veremos um pouco de CQRS, alguns erros cometidos e lições aprendidas em minhas primeiras incursões a este padrão.

Espero que sirva de alerta para os marinheiros de primeira viagem quanto a algumas escolhas de design e ferramentas.

Vamos lá!

CQRS – UMA BREVE INTRODUÇÃO

CQRS (Command/Query Responsibility Segregation) é um padrão cuja ideia basicamente consiste em quebrar um objeto – composto de comandos (commands) e consultas (queries) – em dois objetos, um somente com comandos e outro somente com consultas. Continue lendo »

Lógica de negócio vs lógica de aplicação

Olá, pessoal!

Quando começamos a trabalhar com a camada de aplicação, popularizada nos últimos anos pelo Domain-Driven Design, ficam dúvidas sobre sua verdadeira função e sobre qual código devemos colocar nela. Escrevi dois artigos anteriormente que ajudam a elucidar essas questões <<aqui>> e <<aqui>>.

Neste terceiro, mostro uma divisão mais clara entre lógica de negócio e lógica de aplicação e algumas dicas para não confundirmos as duas. Espero que gostem! Continue lendo »