Padrões de DI: Introdução

Olá, pessoal

Iniciarei com este post uma série sobre padrões de Dependency Injection ou, daqui em diante, simplesmente “DI”.

Este primeiro consiste em uma rápida introdução sobre DI, antes de seguirmos com os padrões de fato.

Vamos lá!

1. O QUE É DI

DI é uma técnica que tem por finalidade o desenvolvimento de software com baixo acoplamento e, portanto, mais fácil de ser mantido.

Pensar em DI é pensar com carinho onde empregamos o uso do famoso “new”, de forma que possamos minimizar o acoplamento entre as classes do software, tornando-o mais flexível.
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Introduzindo a camada de aplicação

Olá, pessoal

Neste novo artigo sobre arquitetura de software, falarei sobre a camada de aplicação, suas principais características e alguns pontos a considerar para utilizá-la ou não.

Caso não tenha lido o <<artigo anterior sobre camadas>>, recomendo fortemente a leitura do mesmo para contextualizá-lo melhor.

Lido? Então vamos começar…

O QUE É

A camada de aplicação (Application Layer) fornece um conjunto de serviços de aplicação (application services), os quais expressam as user stories (ou use cases) do software. Continue lendo »

O que eu penso sobre “Júnior”, “Pleno” e “Sênior”

Olá, pessoal

experienciaVocês já pararam alguma vez para pensar sobre o significado da classificação “Júnior-Pleno-Sênior”? Eu já. Diversas vezes. Quando comecei a dar atenção a ela, percebi que era muito comum, naqueles anúncios-padrão de vagas de TI, a definição baseada EXCLUSIVAMENTE em tempo de experiência: júnior (até 2 anos de experiência), pleno (de 2 a 4), sênior (acima de 4 anos). Simples assim.

Nem preciso perder muito tempo para dizer que a classificação acima é limitada demais, para não dizer péssima. Qual a diferença precisa entre um profissional com 3 anos e 11 meses de experiência e um profissional com 4 anos? Continue lendo »